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sábado, 25 de abril de 2009

Viana do Castelo, romarias, costumes e tradições

Revolução dos Cravos

O nome airoso que hoje denomina a Revolução de Abril, numa alusão primaveril e campestre é fruto, sem dúvida, da rectidão na condução das operações pelos militares que conceberam o golpe e apelaram a todas as partes que procedessem de forma a que a acção não fosse manchada da sangue.

A escolha dos cravos vermelhos como símbolo indissociável do acontecimento é de explicação simples: quando os militares tomavam o Largo do Carmo, chegavam ardinas com edições especiais de jornais que ofereciam, as mulheres que vendiam flores no local distribuiam-nas, na grande parte cravos vermelhos e alguns brancos que, empunhados, faziam florir uma Primavera, uma Liberdade matizada.

Imagem da Internet

Margarida

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O MEU PORTO

EU SOU O MUNDO

Eu sou o mundo e o mundo sou eu,
porque, com o meu livro,
posso ser tudo o que quizer.
Palavras e imagens, verso e prosa
levam-me lugares a um tempo próximos e distantes.

Na terra dos sultões e de ouro,
há mil histórias e descobrir.
Tapetes voadores, lâmpadas mágicas,
génios, vampiros e Sindbades
contam os seus segredos a Sherasade.

Com cada palavra de cada página
viajo pelo tempo e pelo espaço
e, nas asas da fantasia,
o meu espírito atravessa terra e mar.

Quanto mais leio mais compreendo
que com o meu livro
estarei sempre
na melhor das companhias.

By, Hani D.El- Masri

Imagem e texto da Internet.


quarta-feira, 22 de abril de 2009

OS LIVROS
Apetece chamar-lhes irmãos,
Afagá-los com as mãos.
Abri-los de par em par,
Ver o Pinóquio a rir
E o D. Quixote a sonhar,
E a Alice do outro lado
Do espelho a inventar
Um mundo de assombros
Que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
E deixar brilhar os olhos
Nas páginas das suas mãos.

Segundo conta a história, a comemoração do Dia Mundial do Livro, teve origem na Catalunha, no dia 23 de Abril, dia de S. Jorge, onde uma rosa era oferecida a quem comprasse um livro.



DIA MUNDIAL DO LIVRO 2009

LER
Ler sempre.
Ler muito.
Ler" quase tudo ".
Ler com os olhos, os ouvidos, com o tacto, pelos poros e demais sentidos.
Ler com razão e sensibilidade.
Ler desejos, o tempo, o som do silêncio e do vento.
Ler imagens, paisagens, viagens.
Ler verdades e mentiras.
Ler o fracasso, o sucesso, o ilegível, o impensável, as entrelinhas.
Ler na escola, em casa, no campo, na estrada em qualquer lugar.
Ler a vida e a morte.
Saber ser leitor, tendo o direito de saber ler.
Ler simplesmente ler.

By- Edith Chacon Theodoro.
Retirado da Internet.

terça-feira, 21 de abril de 2009

André Rieu-dou't cry for me Argentine- New York City



Este maestro, violinista, compositor e que faz as suas próprias produções e espectáculos por todo o mundo.
Vi um DVD de um concerto realizado no Canadá?
É de arrepiar!
Quem quiser pode ver muitas musicas lindas dos concertos, no YOUTUBE.

Margarida